quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

x__x

Eu sinto falta daquilo do jeito que era
Eu sinto falta de quando não éramos ninguem
Eu sinto falta quando éramos nós.
E bastava.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Três dividos por um

São três.
Ela ri, ela ri e ela também ri.
Ah, e pode ser assim a noite toda !

domingo, 10 de outubro de 2010

Da taurina com ascendente em libra para uma libriana

"Que menina estranha"
Foi a primeira coisa que eu pensei.
Tenho certeza que era um sentimento recíproco.
Não que eu ligasse
Não que ela ligasse

Sentadas no degrau de um anti-shopping qualquer.
Sentadas à beira de uma praia qualquer
Tênis surrado
Mochila pesada
Cabeças de vento
Não que eu ligasse
Não que ela ligasse

Vendo um filme doido qualquer
Falando de um ex namorado qualquer
Com uma vida futura qualquer
Não que eu ligasse
Não que ela ligasse

Desencontrando num terminal qualquer
De uma hora qualquer
Três letras incorporam sua simplicidade
Difundida com opacidade
De um jogo de ensino médio qualquer
Não que eu ligasse
Não que ela ligasse

domingo, 8 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sobre o beijo

Há quem diga que o mundo desaparece e nada mais importa.
Há quem discorde e afirme ter mais consciência do que nunca do mundo.
Mas ainda há quem acredite que existe melhor momento do que o da decisão?

domingo, 18 de abril de 2010

Casa do Caralho. Hã ?

Nunca entendi o que define como "palavrão".
Qual é o problema do caralho , da porra , da merda, da puta ?
Eu hein.

sábado, 10 de outubro de 2009

Rafael Frendan.

Mais um dia de chuva, como eu adoro. Sem aquelas crianças berrando no pátio. Posso trabalhar com meu notebook enrolado no meu edredom. É claro que eu não posso falar o que eu quero. E eu tenho muito a falar. Mas se eu quiser pagar as minhas contas, tenho que enganar esse povo e dizer tudo que eu não penso, mas que pessoas com mais dinheiro que eu querem que eu pense. Falsa realidade. Se bem que o dinheiro medíocre que eu ganho no jornal não dá pra pagar nada além das minhas contas, nada mesmo. Diversão ficou no meu ensino médio, há cinco anos atrás. Gosto de olhar a janela quando chove, dá certa inspiração. O cenário da rua das Laranjeiras engarrafado é hilariante. As pessoas perdem a cabeça muito facilmente, buzinas incessantes.